Dicas de cursos gratuitos e informações. Confiram
http://www5.fgv.br/fgvonline/CursosGratuitos.aspx
Por Leonardo Ferreira, jornalista
Cursos gratuitos A Fundação Getulio Vargas é a primeira instituição brasileira a ser membro do OCWC (Open Course Ware Consortium), o consórcio de instituições de ensino de diversos países que oferecem conteúdos e materiais didáticos de graça pela internet.
Em caso de dúvidas, consulte aqui o FAQ.
Para ter acesso ao que o FGV Online oferece a você nesse Consórcio, veja as opções abaixo.
Tópicos temáticos introdutórios na área de Gestão Empresarial – carga horária de 8h
Gestão Ambiental e Desenvolvimento Sustentável – História da Questão Ambiental (novo!)
Gestão de Marketing – Produto, Marca, Novos Produtos e Serviços (novo!) Gestão da Tecnologia da Informação – TI nas Organizações: Estratégia e Conceitos (novo!)
Estratégia de Empresas – Introdução à Administração Estratégica (novo!)
Técnicas de Gerência de Projetos – Gerenciamento do Escopo do Projeto (novo!)
Tópicos temáticos introdutórios na área de Metodologia – carga horária de 8h
Metodologia de Pesquisa – Conhecimento, saber e ciência (novo!)
Metodologia do Ensino Superior – Universidade e Sociedade (novo!)
Cursos em áreas de conhecimento diversas - carga horária de 15h
Ciência e Tecnologia
Diversidade na Organização
Ética Empresarial (novo!)
Recursos Humanos
Cursos para professores do Ensino Médio – carga horária de 30h
Filosofia (novo!)
Sociologia (novo!)
Você já domina as novas regras ortográficas da Língua Portuguesa? Acesse nosso quiz para conhecê-las e, ao mesmo tempo, testar conhecimentos gerais:
Quiz: Jogo das Novas Regras Ortográficas - Reconhecendo Texto e Contexto (novo!)
Curso de economia para jornalistasFeito pelo Ipea com a Fecomercio-SP,
De 31/8 a 3/9, de 19h às 22h30
Inscrições até 28 de agosto
Informações: Fernanda Carneiro - (61) 3315-5114 ou fernanda.carneiro@ipea.gov.br
Fontes de pesquisaEm PDF, um guia feito pelo governo de SP com links para centenas de fontes de pesquisa.
IEB oferece curso sobre arte brasileira no século XIX
USP Online O Instituto de Estudos Brasileiros (IEB) da USP está recebendo inscrições para o curso Arte Brasileira no Século XIX, que acontecerá entre 29 de setembro e 17 de novembro. As aulas serão ministradas às terças, das 9h30 às 11h30.
As inscrições podem ser feitas até 22 de setembro, no Serviço de Apoio ao Ensino do IEB, de segunda a sexta, das 9 às 16 horas. É necessário pagar uma taxa de R$ 10,00.
O IEB fica na Av. Prof. Mello Moraes, travessa 8, 140, Cidade Universitária, São Paulo.
Mais informações: (11) 3091-3199, email cursoieb@usp.br Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
Sexta-feira, 28 de Agosto de 2009
Curso online grátis oferecido pelo Centro Knight para o Jornalismo nas Américas
“Ferramentas Digitais de Jornalismos Investigativo”, este é o novo curso gratuito oferecido pelo Centro Knight para o Jornalismo nas Américas. As aulas são em espanhol, mas vale a pena o esforço mesmo para quem não arrisca nem um portunhol. Jornalistas da América Latina e Caribe podem participar. O curso será realizado de 14 setembro a 18 de outubro. As inscrições vão até 30 de agosto. Só jornalistas com pelo menos 3 anos de experiência em mídia impressa ou eletrônica podem participar. A jornalista argentina Sandra Crucianelli, que desde 2004 ensina cursos para o Centro Knight, é a responsável pelo treinamento. Os participantes aprenderão temas como a Web semântica, redes sociais e ferramentas digitais específicas. Quer saber mais sobre este curso? Então entre aqui!
O Blog Confecom-Suzano é resultado da 1ª Confecom (Conferência Municipal de Comunicação) e da 1ª Comunica Alto Tietê. É um espaço de debate sobre Comunicação e assuntos de interesse público.
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Confecom-Suzano aponta 25 propostas para democratizar a comunicação
por Júlio Nogueira
Confecom-Suzano debateu quatro eixos temáticos e apontou 25 propostas prioritárias para a elaboração da política de comunicação tanto em âmbito local quanto em âmbito nacional. Todas as propostas discutidas nos cinco grupos temáticos porém serão encaminhadas a Brasília.
PROPOSTAS:
Comunicação como instrumento para a garantia de direitos:Criação de Casa de Comunicação (Municipal, Regional e Nacional) integrada a pontos de cultura, com a implementação de oficinas de formação em comunicação em espaços públicos descentralizados;
Transferir ao município as autorizações para concessões de rádios e TVs comunitárias;
Ampliar o alcance da informação com integração e parceria entre população e governo, incluindo o suporte tecnológico à comunidade;
Implementar o projeto Cidade Digital (acesso gratuito à Internet), com incentivo federal à compra de equipamentos de acesso;
Legalização das rádios comunitárias.
Comunicação que respeita as diferenças:Criação de peças publicitárias com informação sobre direitos dos segmentos: idosos, mulheres, pessoas com deficiência etc., em parceria com o Poder Público e sociedade civil organizada;
Criação de mecanismos e incentivo a veiculação de conteúdos sobre a cultura Afrobrasileira, direito das mulheres e diversidade Social;
Criação de canais junto aos órgãos reguladores para denúncias e sugestões sobre classificação de faixas etárias para as programações e conteúdos;
Garantia de espaço de veiculação de informações por meio sonoro e visual para pessoas com deficiências diversas, em locais de uso coletivo;
Espaço para denúncia, fiscalização e acompanhamento em relação à falta de contemplação de direitos;
Criar em Suzano meios de comunicação (TVs Comunitárias, rádio comunitária jornal comunitário), garantindo respeito à diversidade sexual, idosos, criança e juventude, valorizando as diversas manifestações culturais, e que garantam a participação da sociedade;
Implementar programas para crianças e adolescentes, nos meios de comunicação, que abordem temas culturais, educacionais e sociais, colaborando na formação e aprendizado das crianças e adolescentes;
Democratizar a participação nos conselhos de comunicação existentes e criar conselhos de comunicação social nos municípios e estados, onde não existam;
Que os meios de comunicação garantam a elaboração de materiais e instrumentos que respeitem as especificidades da pessoa com deficiência, e campanhas visando a conscientização da população;
Direito à informaçãoIncluir, na discussão do Plano Diretor de Rádios e TVs, a revisão da lei 9.612, para que haja ampliação do sinal para TV, rádios comunitárias e digital;
Classificação indicativa –retirar as propagandas comerciais para crianças em horário de programação infantil;
Não à renovação de concessões públicas, até que se tenha a participação pública na programação;
Destinar parte dos orçamentos dos Municípios, Estados e União para apoio a projetos de comunicação comunitária;
Ampliar a distribuição da Agenda Cultural nos bairros, por meio das Unidades Básicas de Saúde, escolas, centros culturais e estabelecimentos comerciais;
Que seja garantido, por meio da política pública em todas as escolas públicas de ensino fundamental, médio e universidade, núcleo de comunicação gerenciado pelos estudantes. Que esses núcleos sejam adaptados para pessoas com deficiência.
Mídia, educação e consumoIncentivo à popularização das rádios comunitárias e a mídia imprensa produzidos por estudantes e pela comunidade em geral;
Fomentar a comunicação crítica (Constituição e legislação) nas escolas e investir em formação para educadores(as), por meio da produção coletiva de cartilhas, livros, palestras, debates, boletins, vídeos, internet e outros meios de comunicação;
Criar ouvidorias com registros, relatórios e publicações das reclamações e sugestões feitas pela população usuária dos meios de comunicação;
Que sejam vetados produtos na mídia prejudiciais à saúde pública
Incluir, no artigo 221 da Constituição, a preservação ambiental como finalidade da comunicação.
Confecom-Suzano debateu quatro eixos temáticos e apontou 25 propostas prioritárias para a elaboração da política de comunicação tanto em âmbito local quanto em âmbito nacional. Todas as propostas discutidas nos cinco grupos temáticos porém serão encaminhadas a Brasília.
PROPOSTAS:
Comunicação como instrumento para a garantia de direitos:Criação de Casa de Comunicação (Municipal, Regional e Nacional) integrada a pontos de cultura, com a implementação de oficinas de formação em comunicação em espaços públicos descentralizados;
Transferir ao município as autorizações para concessões de rádios e TVs comunitárias;
Ampliar o alcance da informação com integração e parceria entre população e governo, incluindo o suporte tecnológico à comunidade;
Implementar o projeto Cidade Digital (acesso gratuito à Internet), com incentivo federal à compra de equipamentos de acesso;
Legalização das rádios comunitárias.
Comunicação que respeita as diferenças:Criação de peças publicitárias com informação sobre direitos dos segmentos: idosos, mulheres, pessoas com deficiência etc., em parceria com o Poder Público e sociedade civil organizada;
Criação de mecanismos e incentivo a veiculação de conteúdos sobre a cultura Afrobrasileira, direito das mulheres e diversidade Social;
Criação de canais junto aos órgãos reguladores para denúncias e sugestões sobre classificação de faixas etárias para as programações e conteúdos;
Garantia de espaço de veiculação de informações por meio sonoro e visual para pessoas com deficiências diversas, em locais de uso coletivo;
Espaço para denúncia, fiscalização e acompanhamento em relação à falta de contemplação de direitos;
Criar em Suzano meios de comunicação (TVs Comunitárias, rádio comunitária jornal comunitário), garantindo respeito à diversidade sexual, idosos, criança e juventude, valorizando as diversas manifestações culturais, e que garantam a participação da sociedade;
Implementar programas para crianças e adolescentes, nos meios de comunicação, que abordem temas culturais, educacionais e sociais, colaborando na formação e aprendizado das crianças e adolescentes;
Democratizar a participação nos conselhos de comunicação existentes e criar conselhos de comunicação social nos municípios e estados, onde não existam;
Que os meios de comunicação garantam a elaboração de materiais e instrumentos que respeitem as especificidades da pessoa com deficiência, e campanhas visando a conscientização da população;
Direito à informaçãoIncluir, na discussão do Plano Diretor de Rádios e TVs, a revisão da lei 9.612, para que haja ampliação do sinal para TV, rádios comunitárias e digital;
Classificação indicativa –retirar as propagandas comerciais para crianças em horário de programação infantil;
Não à renovação de concessões públicas, até que se tenha a participação pública na programação;
Destinar parte dos orçamentos dos Municípios, Estados e União para apoio a projetos de comunicação comunitária;
Ampliar a distribuição da Agenda Cultural nos bairros, por meio das Unidades Básicas de Saúde, escolas, centros culturais e estabelecimentos comerciais;
Que seja garantido, por meio da política pública em todas as escolas públicas de ensino fundamental, médio e universidade, núcleo de comunicação gerenciado pelos estudantes. Que esses núcleos sejam adaptados para pessoas com deficiência.
Mídia, educação e consumoIncentivo à popularização das rádios comunitárias e a mídia imprensa produzidos por estudantes e pela comunidade em geral;
Fomentar a comunicação crítica (Constituição e legislação) nas escolas e investir em formação para educadores(as), por meio da produção coletiva de cartilhas, livros, palestras, debates, boletins, vídeos, internet e outros meios de comunicação;
Criar ouvidorias com registros, relatórios e publicações das reclamações e sugestões feitas pela população usuária dos meios de comunicação;
Que sejam vetados produtos na mídia prejudiciais à saúde pública
Incluir, no artigo 221 da Constituição, a preservação ambiental como finalidade da comunicação.
Frei Betto sugere plano para quebrar o modelo verticalizado de comunicação
por Cecília Figueiredo
Suzano abriu a sua 1ª Conferência Municipal de Comunicação Social (Confecom) com a participação do escritor, teólogo e jornalista Frei Betto. Ele defendeu a mudança do modelo brasileiro de comunicação e disse que mídia está a serviço do capitalismo e do consumo.
Na avaliação do escritor Frei Betto, as mazelas produzidas por um sistema que alimenta a pobreza social têm forte amparo na comunicação. “A comunicação é que cria no nosso inconsciente atitudes e idéias, forja nossa maneira de pensar”. Da mercantilização da mulher à associação equivocada de pobreza à violência, da falta de restrição à indústria cinematográfica norte-americana à renovação indiscriminada das concessões públicas, sem cobrança de critérios, passando pela ideia que os sinais de rádios comunitárias provocariam a queda de aviões foram alguns dos exemplos citados. “Se as rádios comerciais que têm maior alcance não interferem, porque as comunitárias o fariam?”, questiona. “É uma propaganda enganosa como a de refrigerante”, comparou.
Para ele, será uma árdua tarefa quebrar o atual modelo de comunicação, “verticalizado e oligopólizado”, no entanto será importante para que a população passe a conhecê-lo. Uma das discussões polêmicas que a Conferência deverá debater refere-se à concessão pública.
Ao citar famílias que controlam emissoras de TV e Rádio no país, ele esclarece: “eles não são donos, são concessionários. Poderiam então não ter suas concessões renovadas. Mas, o que acontece é que o governo ainda paga para anunciar campanhas e informações de utilidade pública”. E define: “isso é extorsão!”
Sobre a internet, ele analisa que o alto fluxo de informações impede que se crie uma síntese cognitiva. “O jovem não consegue criar sua identidade. Um dia será o Che (Guevara) e no outro o (Adolf) Hitler”. “A falta de identidade, individualização, leva à perda da utopia, do sonho, de um projeto coletivo. Na época de minha juventude, injetávamos na veia esperanças libertárias”.
Além de apontar a educação como um dos caminhos efetivos para alterar o modelo atual, o que inclui o investimento na formação de professores, o palestrante defendeu um plano de comunicação com diretrizes e metas, que proíba o uso da imagem da criança e outros critérios para a programação infantil.
A criação de um circuito nacional de exibição coletiva de filmes, DVDs, além da abertura de bibliotecas, estímulo à leitura e construção de meios alternativos de comunicação foram outras proposta apresentadas por ele, assim como a veiculação de interesse público gratuita nos veículos, o desenvolvimento de programa de leitura crítica da comunicação e defesa da cidadania, dos direitos humanos e da dignidade humana.
(Leia matéria completa no site da Prefeitura de Suzano: www.suzano.sp.gov.br)
Suzano abriu a sua 1ª Conferência Municipal de Comunicação Social (Confecom) com a participação do escritor, teólogo e jornalista Frei Betto. Ele defendeu a mudança do modelo brasileiro de comunicação e disse que mídia está a serviço do capitalismo e do consumo.
Na avaliação do escritor Frei Betto, as mazelas produzidas por um sistema que alimenta a pobreza social têm forte amparo na comunicação. “A comunicação é que cria no nosso inconsciente atitudes e idéias, forja nossa maneira de pensar”. Da mercantilização da mulher à associação equivocada de pobreza à violência, da falta de restrição à indústria cinematográfica norte-americana à renovação indiscriminada das concessões públicas, sem cobrança de critérios, passando pela ideia que os sinais de rádios comunitárias provocariam a queda de aviões foram alguns dos exemplos citados. “Se as rádios comerciais que têm maior alcance não interferem, porque as comunitárias o fariam?”, questiona. “É uma propaganda enganosa como a de refrigerante”, comparou.
Para ele, será uma árdua tarefa quebrar o atual modelo de comunicação, “verticalizado e oligopólizado”, no entanto será importante para que a população passe a conhecê-lo. Uma das discussões polêmicas que a Conferência deverá debater refere-se à concessão pública.
Ao citar famílias que controlam emissoras de TV e Rádio no país, ele esclarece: “eles não são donos, são concessionários. Poderiam então não ter suas concessões renovadas. Mas, o que acontece é que o governo ainda paga para anunciar campanhas e informações de utilidade pública”. E define: “isso é extorsão!”
Sobre a internet, ele analisa que o alto fluxo de informações impede que se crie uma síntese cognitiva. “O jovem não consegue criar sua identidade. Um dia será o Che (Guevara) e no outro o (Adolf) Hitler”. “A falta de identidade, individualização, leva à perda da utopia, do sonho, de um projeto coletivo. Na época de minha juventude, injetávamos na veia esperanças libertárias”.
Além de apontar a educação como um dos caminhos efetivos para alterar o modelo atual, o que inclui o investimento na formação de professores, o palestrante defendeu um plano de comunicação com diretrizes e metas, que proíba o uso da imagem da criança e outros critérios para a programação infantil.
A criação de um circuito nacional de exibição coletiva de filmes, DVDs, além da abertura de bibliotecas, estímulo à leitura e construção de meios alternativos de comunicação foram outras proposta apresentadas por ele, assim como a veiculação de interesse público gratuita nos veículos, o desenvolvimento de programa de leitura crítica da comunicação e defesa da cidadania, dos direitos humanos e da dignidade humana.
(Leia matéria completa no site da Prefeitura de Suzano: www.suzano.sp.gov.br)
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